
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
SKYPOP Lança seu primeiro CD!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009
P.O.D. EM RECIFE!!!!!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Dica de workshow
Para os bateristas e amantes da música em geral. A escola de música Cia Groove e a loja de instrumentos Nova Music promovem mais um workshow, dessa vez com o Baterista Fabiano Manhas.terça-feira, 20 de outubro de 2009
Eu recomendo
Salve, Salve rapaziada.terça-feira, 13 de outubro de 2009
Entrevista - Ivan Márcio

Fizemos alguns experimentos nos ensaios com percussão, guitarra, bateria e baixo. Trocamos muitas idéias, discutimos bastante sobre o que seria a proposta musical que seguiríamos, sobre os temas que queríamos abordar, e chegamos à conclusão que nossa música tem que ter a liberdade necessária para passear entre todas as nossas influências.
Isso se tornou meio que a premissa da banda.
Música sem limites ou bloqueios.
Caruaru Rock: Quais principais influências?
Ivan Márcio: As influências são realmente das mais diversas. Falando no geral, todos na banda sempre escutaram muitos estilos musicais distintos, desde o rock and roll com suas várias vertentes, como a música nordestina autêntica, música eletrônica, jazz, blues, etc.
Fazendo um levantamento básico, posso citar nomes como Jackson do Pandeiro, AC/DC, Luiz Gonzaga, Bauhaus, Bandas de Pífanos, Motorhead, Jacinto Silva, Kraftwerk, Azulão, Pink Floyd.
O universo musical é infinitamente variado, e nós sempre procuramos não ficar limitados a um só estilo. Se nós gostamos, então é influência. A gente gosta de tocar o que a gente gosta de ouvir.
E essas influências vão além da parte musical. A estética eo universo das HQ’s também são influência, bem como a literatura de cordel, a poesia marginal, matuta e urbana.
Caruaru Rock: Algumas pessoas criticam o som da banda por mesclar rock a elementos da cultura regional. O que você acha dessas criticas?

Ivan Márcio: Eu acho muito natural. Nós nunca pretendemos ser unanimidade. É normal que algumas pessoas se identifiquem com determinada música, e outras não. As críticas construtivas são sempre bem vindas.
É certo que algumas pessoas tratam música como religião, e começam a pensar de uma forma como se a música fosse imutável. Como se fosse um pecado distorcer a tradição do estilo.
Conheço casos tanto de pessoas que tratam a música nordestina assim, como também pessoas que tratam o rock and roll, ou a música eletrônica dessa forma.
O que eu acredito, é que os grandes clássicos estão aí e nunca vão deixar de ser reverenciados. Música é arte, e cada um expressa suas idéias da forma que achar melhor.
Tanto com a música nordestina, como com o rock, eu aprendi a respeitar as diferenças. Foi com a música que eu entendi que o mundo não necessariamente tem que ser do meu jeito. As idéias, os conceitos, os universos são infinitos. E é nisso que temos que procurar a beleza dos detalhes.
Caruaru Rock: Com tantas pessoas na banda com influências distintas, não fica complicado na hora de compor as músicas?

Ivan Márcio: Na verdade isso ajuda, e dá uma identidade ao nosso trabalho. As músicas do Sangue de Barro tem um estilo, não porque foram pré-moldadas, ou porque seguimos alguma regra. Elas tem um estilo, por terem as influências de cada um dos integrantes.
Na hora de compor, fazemos questão de que todos opinem, argumentem. Às vezes experimentamos dois ou mais arranjos diferentes, sugeridos por algum integrante, até encontrarmos o arranjo que mais gostamos.
É muito legal trabalhar dessa forma, pois no resultado final, todo mundo sente sua presença na composição. O fato de termos gostos em comum facilita nessa hora.
Caruaru Rock: Teve algum show que você considera o melhor?
Ivan Márcio: Nesses 11 anos de história rolaram muitas apresentações memoráveis. Fica difícil definir qual foi a melhor. Mas sempre me lembro muito do Pernambuco em Concerto, em Recife, no ano de 2001. Do lançamento do nosso CD aqui em Caruaru, em 2004. Da gravação do DVD também em Caruaru, em 2007. E das viagens por São Paulo.
Caruaru Rock: Ainda com relação aos shows, eu percebo que a energia das músicas e a interação com o público é muito forte. Qual a sensação de ver tanta “energia” rolando?

Ivan Márcio: É a melhor parte. É como uma grande recompensa pra tanto trabalho, tantas dificuldades. Nos faz sentir orgulhosos e recarrega a bateria para continuar a batalha.
O feedback do público nos shows, as pessoas que vem nos falar sobre a banda, os amigos que fizemos e continuamos fazendo por conta da música, a troca de idéias, o respeito que rola, o aprendizado que recebemos dessas pessoas. Tudo isso não tem igual.
Costumo dizer que não temos fãs, temos muitos amigos.
E os que ainda não são, terminamos nos conhecendo e gerando mais uma boa amizade.
Caruaru Rock: Você é um dos grandes incentivadores da cena musical aqui em caruaru. Atualmente como você vê o surgimento de tantas bandas de rock com tantos estilos diferentes?
Ivan Márcio: É um reflexo da realidade atual da nossa cidade. Caruaru vem crescendo muito ao longo dos anos. Antes, uma grande parte dos jovens ia embora estudar em outros lugares. Agora a cidade tem muitos cursos universitários, e isso ajudou a manter os filhos da cidade por aqui, estudando, trabalhando, desenvolvendo sua arte.
Acho uma maravilha tantos jovens aprendendo a tocar seu instrumento preferido, montando suas bandas, e principalmente compondo.
Caruaru mantém a tradição em ser um grande celeiro artístico, de uma diversidade absurda.
Caruaru Rock: Aqui em caruaru o pessoal sofre um pouco com a falta de apoio das instituições públicas em relação a patrocínios de shows e eventos. Será que o rótulo de Capital do Forró prejudica as bandas de rock?
Ivan Márcio: Não acredito que o rótulo de “Capital do Forró” prejudique bandas de qualquer estilo. Esse rótulo, por sinal, tem que fazer valer seu sentido. Muitas vezes as pessoas perguntam “onde está o forró?”, e eis que surgem coisas plásticas, com intenções suspeitas e gostos altamente duvidosos, teimando em serem chamados de “Forró”. Mas isso é um outro assunto.
Falando nas bandas locais, acredito que cada artista deva saber administrar sua carreira. Não digo ser individualista, mas saber aonde quer chegar com a música.
Algumas pessoas ainda vivem a inocência de que formar uma banda é confiar na energia do seu trabalho e esperar ser descoberto por algum produtor renomado, ou por algum selo, ser chamado pra tocar em determinado evento, e assim cair no gosto do público.
Claro que isso pode acontecer, mas o artista tem total responsabilidade por sua obra. Deve procurar os melhores meios de fazer sua música atingir o público que ele quer chegar.
E isso tudo é feito com base em muito, mas muito trabalho.
Desde ensaio a elaboração de projetos. De criação a divulgação.
E cada parte compete a uma pessoa diferente. É difícil pro artista compor, ensaiar, pensar na arte da capa do cd, e ainda empresariar e fazer contatos. Digo isso por experiência própria.
Hoje estamos mais centrados em dividir as tarefas, e colocar as pessoas certas pra fazer cada uma delas.
Claro que o poder público tem a obrigação de apoiar as iniciativas culturais. Mas tem toda uma burocracia que deve ser respeitada para que isso aconteça. Os artistas devem fazer sua parte e cobrar mesmo das autoridades, mas cobrar com fundamentos.
Atualmente vejo que muitas bandas estão canalizando sua energia pra essa realidade. Produzindo os próprios eventos, se preocupando com cada detalhe necessário pra que sua apresentação seja impecável, se articulando.
É nisso que devemos pensar, é isso que devemos fazer acontecer.
Caruaru Rock: Esse espaço é seu Ivan, muito obrigado pela entrevista.

Ivan Márcio: Eu que agradeço a oportunidade, e aproveito para parabenizar o trabalho de todos do Caruaru Rock, que vem divulgando, informando e servindo de base para a cena da região.
Em breve teremos novidades sobre o Sangue de Barro, Catrevage e outros projetos que estamos envolvidos.
Vamos em frente!
Sorte pra todos e abraços.
É isso ae pessoas espero que vocês tenha curtido a entrevista, porque ainda vão rolar muitas.
Paz!
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Entrevista com músicos: Jr. Eugênio.
Fala Galera,
hoje estamos inaugurando uma nova sessão do blog, onde iremos postar entrevistas exclusivas com grandes nomes da música, sejam da região ou até mesmo do cenário nacional (é o nosso blog atingindo novos horizontes).

E para dar início a esta nova categoria, neste post estamos trazendo ele que foi, é e será um dos principais iniciadores musicais da maioria dos bateristas da cidade, e integrante da excelente fábrica de releituras dos clássicos rockeiros old school, On The Rocks. Estou falando do grande e irreverente Elimar Santos Júnior Eugênio!
Jr, com que idade você começou a se interessar pela música entrando para esse mundo dos tambores, pratos e baquetas quebradas que nós, bateristas, ficamos fascinados?
Bom, quando eu tinha 11 anos começei a tocar com a ajuda de um primo meu Geremias Ferrati,que me ensinou os primeiros passos e começei a tocar na igreja.
Qual foi a sua primeira banda e em quais principais influências seu estilo está pautado?
A minha primeira banda foi uma banda da igreja de Deus no brasil chamada EL GIBEON no ano de 1992 tocando musicas do gênero gospel,as minhas influências principais foram na realidade grandes bateras como Dave Weckl, Dennis Chambers, Neil Peart, John Bohan, Keith Moon entre outros.
Quando surgiu a oportunidade de você fundar sua própria escola de baterista?
Dei aula em uma escola chamada Shekná music durante 5 anos depois quis dar um pulo mais alto e aí surgiu a escola CIA GROOVE no ano de 2002 com uma estrutura bem melhor.
Sua escola possui quantos alunos fixos?
Atualmente a escola Cia Groove possui 230 alunos divididos em aulas de Bateria, guitarra, violão,
Atualmente como você vê o cenário musical alternativo da cidade e região?
Vejo com muita alegria e com um crescimento maravilhoso, eu acho que já estava na hora desse cenário aparecer mais! Era um sonho que eu tinha desde 2001 quando fiz o primeiro evento instrumental na cidade, o 1°encontro de bateria de Caruaru, a minha intenção era trazer à caruaru outros eventos e graças a Deus deu muito certo, com a parceria da Nova Music há um ano, realmente consolidou o sonho de engrandecer o cenário alternativo,rock da cidade.
Quais são suas expectativas para o futuro da música na nossa cidade?
Eu tenho muita fé que nós musicos ainda vamos ser uma classe unida, em prol de um bem comum, a valorização pessoal, pra que as autoridades nos vejam como bons profissionais e nos valorizem como tal. Daí sim acho que a musica vai crescer ainda mais, com muito mais qualidade. Potencial e talento nós temos de sobra! Só falta organização, uma boa dica é acompanhar as reuniões da Associação dos Músicos de Caruaru que acontecem todas as quartas na câmara de vereadores, com Valdir santos.
Você também é conhecido por ter conseguindo um feito interessante (levando em consideração nossa região) de ser patrocinado por algumas marcas de materiais e acessórios para bateria. Como surgiu este convite?
No ano de 2001 a banda The bluz trouxe a Caruaru a banda ETERNA onde tive o prazer de conhecer um dos melhores baterias do mundo(na minha opinião), o querido Danilo Lopes. Quando ele viu meu trabalho gostou bastante e me fez o convite pra fazer parte do time de endorseers da OCTAGON CYMBALS. Aceitei de imediato por se tratar da melhor empresa de pratos do brasil, depois veio o convite da empresa RMV de baterias, da LIVERPOOL de baquetas e da URBAN BOARDS que fabrica tênis especiais para bateristas

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Grandes eventos de bateria foram realizados com sua produção aqui na cidade, alguns deles de repercussão nacional, como foi o Batera&Percussão. Quando poderemos presenciar outros eventos deste porte?
Pois é, comecei realizando eventos de bateria em 2001 e não parei mais, por achar importante pra a cidade e também pra estimular músicos de um modo geral a estudarem seus instrumentos. Daí surgiu em parceria com a OCTAGON e a revista BATERA&PERCUSSÃO a idéia de trazer a edição do festival que só acontece no eixo Rio- São paulo e pra mim foi uma honra poder ganhar a confiança de empresas como essas pra realizar um festival de nível nacional aqui em Caruaru. Acredito que ano que vem teremos a segunda edição do festival Batera&Percussão novamente.
Para os bateras de plantão, qual é o seu set-up de apresentação?
Hoje toco com a banda ON THE ROCKS e uso uma Pearl Export Series. Conf. dois bumbos de 22x16, tons de 8"10"12"13"16", caixa 14/8 e uma caixa 13/6,5. Todos os meu pratos são OCTAGON: splash 6",8",10",12", signat.F crash's 15"17"19" premium, dois chinas 21" premium, crash 17"concept groove, 19" concept groove; heavy ride de 23"signat.F hi hat 15"triple hats premium e um de 14" signat.F, um cup bell 6,5, um stack 12/11,5 signat, F.
E por fim, qual o recado que você deixa para aqueles que estão entrando agora no universo musical, aprendendo algum instrumento ou até mesmo integrando uma banda?
Estudem sempre,de preferência na CIA GROOVE!rsrsrs escutem boas músicas, nunca critiquem seus companheiros, a vida dá muitas voltas. (a qualidade de um músico destina-se a quantidade de tempo que ele estuda).
Valeu galera do blog Caruaru Rock!
Bem, espero que tenham gostado, aguardem outras entrevistas com personalidades da música.
Até mais!
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Dica de show
Bom dia galera.